sexta-feira, 11 de maio de 2012

Na Seara do Senhor, há trabalho para todos.


Há muito trabalho, a Seara é grande, o Evangelho precisa ser pregado, pessoas precisam conhecer e viver a salvação proporcionada por Cristo. O ato de proclamar o Evangelho não é responsabilidade de uma minoria. Há os que pensam que este é um dever somente do pastor, missionário, obreiro, diácono etc. Mas estão equivocados ao imaginar tal coisa. Isso, de certo modo, é preocupante, tendo em vista que todos nós temos que evangelizar e falar do amor de Jesus. Cristo disse: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara. (Mt 9:37, 38)

Precisa-se de pessoas que estejam dispostas a fazer a obra de Deus; que estejam dispostas a pagar o preço pelo Evangelho; que assim como fez Isaías, se disponham a dizer: …envia-me (Is 6:8). Que digamos isso com coragem e fé, ao ouvirmos Deus falar: A quem enviarei e quem há de ir por nós?  A atitude de Isaías é fantástica! Que ousadia (no bom sentido da palavra) do profeta! Fico a imaginar o quanto Deus se alegrou mediante a sua reação. De fato, Deus se alegra com aquelas pessoas que estão dispostas a fazer a vontade dele. O Senhor tem um plano para cada um de nós. Se fizermos a nossa parte, tenho certeza, ele nos recompensará com muitas bênçãos espirituais.

Outra coisa precisa ser dita. A reação de Isaías foi pessoal e intransferível. Ele chamou a responsabilidade para si. Muitos diriam: “Envia outra pessoa!”; “envia aquele que está cursando teologia, aquele que tem mais capacidade de se expressar”; “envia qualquer um, menos a mim”. O profeta, no entanto, não lançou mão desse artifício egoísta e covarde. Mas declarou: envia-me. Entenda: a responsabilidade é minha, é sua, é nossa. Ninguém está isento dela.

A propósito, não podemos perder tempo. Pessoas estão morrendo sem conhecer a palavra de Deus. Há carência, fome e sede de Deus. A mensagem que liberta precisa ser ouvida. O pão que alimenta precisa ser digerido. O caminho que leva à salvação, a saber, Jesus, precisa ser trilhado. Somente ele salva, cura todas as enfermidades da alma humana e a liberta. Além disso, o dono da Seara retribui aos seus trabalhadores: Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho (Hb 6.10).

O nosso trabalho jamais será vão no Senhor. Sim, confiemos nesta palavra: o nosso trabalho não é vão no Senhor. Ele sabe o que cada um de nós tem feito para o Reino e ele mesmo nos dará a devida recompensa. Deus nos dará força para realizarmos a sua obra. Coloquemos, portanto, as nossas vidas inteiramente nas mãos dele e sigamos para o alvo, que é Cristo.
Deus nos abençoe grandemente. O trabalho é grande e poucas são as pessoas. Que possamos dizer para Deus todos os dias: Eis-me aqui, envia-me.

Gessiele Sousa

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Bem Vindo Ao Reino

Um bate papo descontraído, com a participação de muitos irmãos, em sua maioria, jovens; e com a participação de dois convidados (líderes eclesiásticos) abordando sempre um tema que desperte a atenção, somado a muita música e dinâmica, instigando a todos à comunhão cristã, ao aprendizado e à reflexão da Palavra. É assim que funciona o Stúdio B, uma programação desenvolvida pela IAP de Santana, realizada a cada segundo sábado de cada mês. O último evento contou com a participação dos representantes da FUMAP: Pr. Alexandro (Diretor) e Ms. Jailton (Secretário). O tema abordado na programação foi “Bem Vindo Ao Reino”. Este tem tudo a ver com a proposta da FUMAP para os próximos quatro anos: Geração Metanóia: Viva o Reino. Além da representação da FUMAP,  o Studio B contou com o apoio e participação do grupo de louvor J Freaks.

Para quem ainda não participou do Stúdio B, fica o convite e a sugestão a participar. Certamente, quem o fizer não se arrependerá (exceto, do pecado). Sei o que estou dizendo, pois participei algumas vezes. É evangelho puro! Portanto, fica aqui a minha gratidão a Deus por mais essa iniciativa dos irmãos da IAP em Santana na pessoa do Pr. Sandro Soares e Ms. Felipe José. Deus seja glorificado, como tem sido por meio dessa obra.

Em Cristo,

Ms. Jailton Sousa 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Para nossa alegria ou para nossa tristeza?


Ele foi destaque na internet nas ultimas semanas; já foi acessado por milhões de usuários. O seu conteúdo serviu de “muleta” para muitos vídeos, inclusive, para programas humorísticos de TV. É quase impossível assisti-lo sem dar risadas. Estou me referindo ao vídeo intitulado “para nossa alegria”, em que três pessoas cantam, de maneira muito engraçada, o antigo louvor denominado “Galhos Secos”. No pico da fama, os irmãos Jefferson e Suellen, autores do vídeo, não escondem a vida simples e a origem humilde. Contudo, estão vivendo um momento “mágico”. Isso porque o sucesso do vídeo lhes trouxe, de bandeja, um contrato com uma importante gravadora musical. 


Paralelo a este vídeo, porém, outro foi muito enfatizado, sobretudo, pela mídia jornalística. Em pleno horário nobre, na noite de 18 de março deste ano, uma das principais emissoras de TV do Brasil denunciou o apóstolo Valdemiro Santiago, por comprar, com o dinheiro da igreja a que é fundador e presidente, duas grandes fazendas no pantanal do Estado do Mato Grosso, pelo valor de aproximadamente,  50 milhões de reais. Como era de se esperar, grande foi a repercussão do fato entre muitos religiosos e, lamentavelmente, entre os milhões de telespectadores do Brasil e fora dele. Lamentável! Esta é, talvez, a palavra que, infelizmente, melhor descreve este episódio.

 É lamentável porque os “podres” do “podre” são descobertos, mas o mal cheiro fica impregnado naqueles que não tem nada a ver com a coisa. Isso porque as pessoas, em sua maioria, não tomam o devido cuidado de separar os pastores dos lobos, o trigo do joio. Ou seja, muitos líderes religiosos sérios, acabam por ficarem mal vistos aos olhos de muitos, por causa de uma atitude antiética de outrem, a qual reprovam veementemente. É lamentável porque claramente se vê uma manipulação e não uma conversão como objetivo final da pregação. É lamentável porque o evangelho que deveria ser utilizado para a salvação dos que crerem, é, na realidade, usado como um pretexto para o enriquecimento daqueles que, de imitadores de Cristo, não têm nada! E eu digo isso não para a nossa alegria, mas para a nossa tristeza e lamento.


Para a nossa tristeza, Deus não é levado a sério por muitos, é zombado, tratado como um objeto de compra e venda e como um garçom (com todo respeito aos que diligentemente honram tal profissão) que tem a obrigação de servi-los a hora que quiserem e como bem entenderem. Para a nossa tristeza, querem fazer do evangelho não o poder de Deus para a salvação, mas o poder do homem para a corrupção.
 Para a nossa tristeza, as palavras de Jesus descritas no evangelho de Marcos 9:42 (E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar), possivelmente nunca serviram tanto para uma geração quanto para esta. Parece que cairam como uma luva para este tempo.   

E agora, o que fazer? Baixar a cabeça e cruzar os braços? Admitir que está tudo perdido? Não! Jamais! Lembremo-nos do refrão da canção: “para a nossa alegria”. Isso mesmo, cantemos a canção. Temos razões para isso! Para a nossa alegria nem todos mercadejam o santo evangelho, ao contrário, muitos se rendem a ele! Para a nossa alegria, ainda há verdadeiras conversões; o bêbado ainda se torna sóbrio, a prostituta muda de vida, a estéril se torna mãe de filhos, o jovem luta contra a fornicação, o cônjuge se preserva fiel, o funcionário se conserva honesto, o pastor ainda tem em si o cheiro das ovelhas e estas ainda o seguem!


Para a nossa alegria o Jesus Cristo que por nós morreu no alto do Gólgota e que, ressurreto, foi glorificado, não mudou. Apesar da soberba, da ambição, da mentira e da corrupção existente no coração do homem, ele se mantém santo, puro, imaculado, sem pecado. Jesus é o mesmo! Portanto, não desistamos de nos alegrar na pessoa dele. Não permitamos que a luz por ele produzida em nossas vidas seja ofuscada pela imundícia do ímpio. Que Cristo seja glorificado por meio do caráter de seus fiéis discípulos dessa geração e que a obra dele seja confirmada e notificada no decorrer dos anos. Amém! 

Ms. Jailton Sousa Silva


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Tudo tem o seu tempo!

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. (Eclesiastes 3:1)

Como é bom esperar o tempo de Deus! Embora não seja tão fácil, é melhor fazê-lo.  Obviamente, o ser humano se acostumou a querer que as coisas aconteçam de imediato. Queremos tudo para ontem, para hoje, para agora. Temos a mania de imaginar que desse ou daquele jeito será melhor. Mas as coisas nem sempre acontecem como, de fato, queremos que aconteçam. Não temos o domínio em nossas mãos, não somos oniscientes e, muito menos, onipotentes. Somos apenas humanos. Limitados humanos!  

Considerando tudo isso, devemos atentar para algo muito relevante, a saber, a vontade de Deus. Ela é necessária e sempre vem ao encontro da necessidade humana. Quando a vontade do Senhor não é levada em conta no que concerne às nossas decisões, corremos o risco de sofrer pesadas penas. Assim, colocamos a aliança na mão certa, porém, da pessoa errada; o namoro, noivado e casamento se tornam num campo de guerra, minado por feridas profundas; viajamos para o lugar certo, porém, no tempo errado e por ai vai. Recordo-me de uma época em que muito sofri por não esperar a vontade do Senhor.  Não queria ficar sozinha, e almejava ter alguém. Contudo, a vontade de Deus não me era a prioridade. Depois de tanta decepção e dor, não tive mais dúvida: “É preciso esperar o tempo de Deus!”.

E foi isso que aconteceu. Finalmente, aprendi a confiar mais em Deus e, no seu tempo, ele interveio em minha causa. Ora, se você está esperando em Deus, tenha fé e paciência, na certeza de que Ele não falha. Observe o que está escrito no versículo 14 do capítulo 3 de Eclesiastes: "Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele." Acreditemos nessa palavra! A ação de Deus será completa em sua vida!

Tudo que Deus faz é bom e nada poderá dar errado. Ele sabe o que faz, sabe o que é melhor para minha vida e também para sua vida meu querido leitor. Pode ser que você esteja precisando de uma intervenção imediata, para agora, e na sua mente, a demora seja óbvia. Mas não esqueça que, o seu tempo não é o tempo de Deus. Ele não vê como o homem vê. É muito superior a este. Nós temos pressa, mas Deus não. Nós nos precipitamos em muitas coisas, mas Deus, jamais. Ele faz as coisas acontecerem na hora certa e muitas vezes, quando ficamos despercebidos, ele age e algo acontece. Quando esperamos em suas promessas, estamos seguros, mas quando agimos do nosso jeito, ficamos perdidos e, geralmente, sem saída. Portanto, espere Nele.

Que possamos esperar o tempo de Deus em nossas vidas, e, com paciência, a vontade Dele. Deus não falha, nunca falhará. Nós temos muitos defeitos, mas Deus é perfeito em tudo quanto faz. As promessas que Ele faz são fieis e verdadeiras e se cumprirão na sua vida! Confiemos em suas palavras!

Que o Pai Celestial vos abençoe grandemente. Lembre-se: Ele cuida de você o tempo todo.

Gessiele Sousa

sexta-feira, 16 de março de 2012

Jesus: eu creio nele! (Parte 02)

Na primeira parte dessa reflexão, mostramos que a crença em Jesus pode ser relacionada a um acontecimento glorioso, isto é, à sua ressurreição. Agora, veremos que a crença em Jesus pode ser relacionada, também, à uma obra graciosa. Aqui, cabe-nos atentar para um dos textos mais conhecidos da Bíblia: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3:16). Preste atenção no termo “pereça”. Essa palavra significa destruição, arruinamento, morte, miséria. Era nesse estado que nós, seres humanos, estávamos quando Cristo, de modo voluntário, padeceu em nosso favor.
A Bíblia fala da miserabilidade humana da seguinte forma: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3:23). Em outras palavras, estávamos separados do Criador. A entrada do pecado no mundo fez com que isso viesse a acontecer. Contudo, Cristo é, em si mesmo, a esperança para o homem, pois fomos justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus (v. 24). Logo, bem aventurados são os que crêem nessa obra tão graciosa! Afinal, o texto deixa suficientemente claro que o que crê, não perecerá. Paulo e Silas ratificaram ao carcereiro essa afirmação de Jesus: ... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa (At 16:31- grifo meu). O ato de crer na pessoa de Cristo tem tudo a ver com a sua obra redentora. Cabe a todos nós confiarmos, de modo convicto, na justificação que nos foi concedida por meio de sua morte.
E como ficam aqueles que não crerem? A Bíblia observa: ...aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (Jo 3:36). Em outras palavras, não crer em Jesus é estar sob a ira de Deus e não usufruir da benção da vida. Quem não crê em Jesus é um defunto espiritual. Ninguém é obrigado a crer em Jesus, mas todos, de igual modo, teremos de enfrentar as conseqüências de nossas decisões. Portanto, façamos a melhor escolha. Optemos pela vida, como está escrito: Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência (Dt 30:19).  
Por que a crença na obra redentora de Cristo é tão essencial? Além do aspecto abordado no parágrafo anterior, ela é importante porque nos faz convictos de que fomos perdoados. Tal certeza é expressa nas palavras de João: ...pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados (Ap 1:5). Por deixar de crer em Jesus como o único Salvador, muitas pessoas vivem sob a insegurança da culpa. Elas se vêem num bêco sem saída, sem escapatórias. Todavia, crer na obra expiatória de Cristo é, também, acreditar no seu perdão. É dormir com a consciência tranquila por saber que agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Rm 8:1). Logo, temos motivos suficientes para declarar, de todo coração: “Eu creio em ti, Jesus”.

Ms. Jailton Sousa Silva