segunda-feira, 16 de abril de 2012

Bem Vindo Ao Reino

Um bate papo descontraído, com a participação de muitos irmãos, em sua maioria, jovens; e com a participação de dois convidados (líderes eclesiásticos) abordando sempre um tema que desperte a atenção, somado a muita música e dinâmica, instigando a todos à comunhão cristã, ao aprendizado e à reflexão da Palavra. É assim que funciona o Stúdio B, uma programação desenvolvida pela IAP de Santana, realizada a cada segundo sábado de cada mês. O último evento contou com a participação dos representantes da FUMAP: Pr. Alexandro (Diretor) e Ms. Jailton (Secretário). O tema abordado na programação foi “Bem Vindo Ao Reino”. Este tem tudo a ver com a proposta da FUMAP para os próximos quatro anos: Geração Metanóia: Viva o Reino. Além da representação da FUMAP,  o Studio B contou com o apoio e participação do grupo de louvor J Freaks.

Para quem ainda não participou do Stúdio B, fica o convite e a sugestão a participar. Certamente, quem o fizer não se arrependerá (exceto, do pecado). Sei o que estou dizendo, pois participei algumas vezes. É evangelho puro! Portanto, fica aqui a minha gratidão a Deus por mais essa iniciativa dos irmãos da IAP em Santana na pessoa do Pr. Sandro Soares e Ms. Felipe José. Deus seja glorificado, como tem sido por meio dessa obra.

Em Cristo,

Ms. Jailton Sousa 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Para nossa alegria ou para nossa tristeza?


Ele foi destaque na internet nas ultimas semanas; já foi acessado por milhões de usuários. O seu conteúdo serviu de “muleta” para muitos vídeos, inclusive, para programas humorísticos de TV. É quase impossível assisti-lo sem dar risadas. Estou me referindo ao vídeo intitulado “para nossa alegria”, em que três pessoas cantam, de maneira muito engraçada, o antigo louvor denominado “Galhos Secos”. No pico da fama, os irmãos Jefferson e Suellen, autores do vídeo, não escondem a vida simples e a origem humilde. Contudo, estão vivendo um momento “mágico”. Isso porque o sucesso do vídeo lhes trouxe, de bandeja, um contrato com uma importante gravadora musical. 


Paralelo a este vídeo, porém, outro foi muito enfatizado, sobretudo, pela mídia jornalística. Em pleno horário nobre, na noite de 18 de março deste ano, uma das principais emissoras de TV do Brasil denunciou o apóstolo Valdemiro Santiago, por comprar, com o dinheiro da igreja a que é fundador e presidente, duas grandes fazendas no pantanal do Estado do Mato Grosso, pelo valor de aproximadamente,  50 milhões de reais. Como era de se esperar, grande foi a repercussão do fato entre muitos religiosos e, lamentavelmente, entre os milhões de telespectadores do Brasil e fora dele. Lamentável! Esta é, talvez, a palavra que, infelizmente, melhor descreve este episódio.

 É lamentável porque os “podres” do “podre” são descobertos, mas o mal cheiro fica impregnado naqueles que não tem nada a ver com a coisa. Isso porque as pessoas, em sua maioria, não tomam o devido cuidado de separar os pastores dos lobos, o trigo do joio. Ou seja, muitos líderes religiosos sérios, acabam por ficarem mal vistos aos olhos de muitos, por causa de uma atitude antiética de outrem, a qual reprovam veementemente. É lamentável porque claramente se vê uma manipulação e não uma conversão como objetivo final da pregação. É lamentável porque o evangelho que deveria ser utilizado para a salvação dos que crerem, é, na realidade, usado como um pretexto para o enriquecimento daqueles que, de imitadores de Cristo, não têm nada! E eu digo isso não para a nossa alegria, mas para a nossa tristeza e lamento.


Para a nossa tristeza, Deus não é levado a sério por muitos, é zombado, tratado como um objeto de compra e venda e como um garçom (com todo respeito aos que diligentemente honram tal profissão) que tem a obrigação de servi-los a hora que quiserem e como bem entenderem. Para a nossa tristeza, querem fazer do evangelho não o poder de Deus para a salvação, mas o poder do homem para a corrupção.
 Para a nossa tristeza, as palavras de Jesus descritas no evangelho de Marcos 9:42 (E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar), possivelmente nunca serviram tanto para uma geração quanto para esta. Parece que cairam como uma luva para este tempo.   

E agora, o que fazer? Baixar a cabeça e cruzar os braços? Admitir que está tudo perdido? Não! Jamais! Lembremo-nos do refrão da canção: “para a nossa alegria”. Isso mesmo, cantemos a canção. Temos razões para isso! Para a nossa alegria nem todos mercadejam o santo evangelho, ao contrário, muitos se rendem a ele! Para a nossa alegria, ainda há verdadeiras conversões; o bêbado ainda se torna sóbrio, a prostituta muda de vida, a estéril se torna mãe de filhos, o jovem luta contra a fornicação, o cônjuge se preserva fiel, o funcionário se conserva honesto, o pastor ainda tem em si o cheiro das ovelhas e estas ainda o seguem!


Para a nossa alegria o Jesus Cristo que por nós morreu no alto do Gólgota e que, ressurreto, foi glorificado, não mudou. Apesar da soberba, da ambição, da mentira e da corrupção existente no coração do homem, ele se mantém santo, puro, imaculado, sem pecado. Jesus é o mesmo! Portanto, não desistamos de nos alegrar na pessoa dele. Não permitamos que a luz por ele produzida em nossas vidas seja ofuscada pela imundícia do ímpio. Que Cristo seja glorificado por meio do caráter de seus fiéis discípulos dessa geração e que a obra dele seja confirmada e notificada no decorrer dos anos. Amém! 

Ms. Jailton Sousa Silva


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Tudo tem o seu tempo!

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. (Eclesiastes 3:1)

Como é bom esperar o tempo de Deus! Embora não seja tão fácil, é melhor fazê-lo.  Obviamente, o ser humano se acostumou a querer que as coisas aconteçam de imediato. Queremos tudo para ontem, para hoje, para agora. Temos a mania de imaginar que desse ou daquele jeito será melhor. Mas as coisas nem sempre acontecem como, de fato, queremos que aconteçam. Não temos o domínio em nossas mãos, não somos oniscientes e, muito menos, onipotentes. Somos apenas humanos. Limitados humanos!  

Considerando tudo isso, devemos atentar para algo muito relevante, a saber, a vontade de Deus. Ela é necessária e sempre vem ao encontro da necessidade humana. Quando a vontade do Senhor não é levada em conta no que concerne às nossas decisões, corremos o risco de sofrer pesadas penas. Assim, colocamos a aliança na mão certa, porém, da pessoa errada; o namoro, noivado e casamento se tornam num campo de guerra, minado por feridas profundas; viajamos para o lugar certo, porém, no tempo errado e por ai vai. Recordo-me de uma época em que muito sofri por não esperar a vontade do Senhor.  Não queria ficar sozinha, e almejava ter alguém. Contudo, a vontade de Deus não me era a prioridade. Depois de tanta decepção e dor, não tive mais dúvida: “É preciso esperar o tempo de Deus!”.

E foi isso que aconteceu. Finalmente, aprendi a confiar mais em Deus e, no seu tempo, ele interveio em minha causa. Ora, se você está esperando em Deus, tenha fé e paciência, na certeza de que Ele não falha. Observe o que está escrito no versículo 14 do capítulo 3 de Eclesiastes: "Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele." Acreditemos nessa palavra! A ação de Deus será completa em sua vida!

Tudo que Deus faz é bom e nada poderá dar errado. Ele sabe o que faz, sabe o que é melhor para minha vida e também para sua vida meu querido leitor. Pode ser que você esteja precisando de uma intervenção imediata, para agora, e na sua mente, a demora seja óbvia. Mas não esqueça que, o seu tempo não é o tempo de Deus. Ele não vê como o homem vê. É muito superior a este. Nós temos pressa, mas Deus não. Nós nos precipitamos em muitas coisas, mas Deus, jamais. Ele faz as coisas acontecerem na hora certa e muitas vezes, quando ficamos despercebidos, ele age e algo acontece. Quando esperamos em suas promessas, estamos seguros, mas quando agimos do nosso jeito, ficamos perdidos e, geralmente, sem saída. Portanto, espere Nele.

Que possamos esperar o tempo de Deus em nossas vidas, e, com paciência, a vontade Dele. Deus não falha, nunca falhará. Nós temos muitos defeitos, mas Deus é perfeito em tudo quanto faz. As promessas que Ele faz são fieis e verdadeiras e se cumprirão na sua vida! Confiemos em suas palavras!

Que o Pai Celestial vos abençoe grandemente. Lembre-se: Ele cuida de você o tempo todo.

Gessiele Sousa

sexta-feira, 16 de março de 2012

Jesus: eu creio nele! (Parte 02)

Na primeira parte dessa reflexão, mostramos que a crença em Jesus pode ser relacionada a um acontecimento glorioso, isto é, à sua ressurreição. Agora, veremos que a crença em Jesus pode ser relacionada, também, à uma obra graciosa. Aqui, cabe-nos atentar para um dos textos mais conhecidos da Bíblia: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3:16). Preste atenção no termo “pereça”. Essa palavra significa destruição, arruinamento, morte, miséria. Era nesse estado que nós, seres humanos, estávamos quando Cristo, de modo voluntário, padeceu em nosso favor.
A Bíblia fala da miserabilidade humana da seguinte forma: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3:23). Em outras palavras, estávamos separados do Criador. A entrada do pecado no mundo fez com que isso viesse a acontecer. Contudo, Cristo é, em si mesmo, a esperança para o homem, pois fomos justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus (v. 24). Logo, bem aventurados são os que crêem nessa obra tão graciosa! Afinal, o texto deixa suficientemente claro que o que crê, não perecerá. Paulo e Silas ratificaram ao carcereiro essa afirmação de Jesus: ... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa (At 16:31- grifo meu). O ato de crer na pessoa de Cristo tem tudo a ver com a sua obra redentora. Cabe a todos nós confiarmos, de modo convicto, na justificação que nos foi concedida por meio de sua morte.
E como ficam aqueles que não crerem? A Bíblia observa: ...aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (Jo 3:36). Em outras palavras, não crer em Jesus é estar sob a ira de Deus e não usufruir da benção da vida. Quem não crê em Jesus é um defunto espiritual. Ninguém é obrigado a crer em Jesus, mas todos, de igual modo, teremos de enfrentar as conseqüências de nossas decisões. Portanto, façamos a melhor escolha. Optemos pela vida, como está escrito: Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência (Dt 30:19).  
Por que a crença na obra redentora de Cristo é tão essencial? Além do aspecto abordado no parágrafo anterior, ela é importante porque nos faz convictos de que fomos perdoados. Tal certeza é expressa nas palavras de João: ...pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados (Ap 1:5). Por deixar de crer em Jesus como o único Salvador, muitas pessoas vivem sob a insegurança da culpa. Elas se vêem num bêco sem saída, sem escapatórias. Todavia, crer na obra expiatória de Cristo é, também, acreditar no seu perdão. É dormir com a consciência tranquila por saber que agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Rm 8:1). Logo, temos motivos suficientes para declarar, de todo coração: “Eu creio em ti, Jesus”.

Ms. Jailton Sousa Silva

segunda-feira, 12 de março de 2012

Jesus: eu creio nele! (Parte 01).

“Eu creio”. Que expressão forte, linda, impactante! Não é a toa que ela é tão utilizada na Bíblia, em especial, no Novo Testamento. Quem não lembra, por exemplo, do episódio narrado no Evangelho de Marcos 9:14 a 27, em que um homem leva o seu filho possesso perante Jesus e ouve deste: Tudo é possível ao que crê (v.23)? Como resposta, o homem declara: Eu creio! (v.24), e seu filho é curado. “Eu creio Senhor!” foram as palavras que alguém disse a Jesus, declarando ser este o Messias (Jo 9:38). O eunuco etíope não se conteve: ...eu creio que Jesus é o Filho de Deus (8:37 – NTLH).
O termo crê, do grego pisteuo, significa, entre outras coisas, depositar confiança em, acreditar; Fé salvadora. A nossa confiança ou crença, porém, não deve ser depositada em qualquer pessoa. Os exemplos que citamos acima nos sugerem isso. O “eu creio” deve ser depositado, em toda a sua plenitude, na pessoa de Jesus. A propósito, ele mesmo nos ordena com a autoridade inabalável de suas palavras: Creiam em Deus e creiam também em mim (14:1b – NTLH). Ele não disse: “Creiam nos profetas, nos apóstolos, nos mártires ou em vocês mesmos”, mas “Creiam em mim”. Tenha esta expressão em mente.
A crença em Jesus pode ser relacionada com alguns aspectos importantes. Aqui, abordaremos um deles, a saber, um acontecimento glorioso. Que acontecimento é esse? A sua ressurreição. É importante crer neste evento? Obviamente, sim. A ressurreição de Jesus é um dos pináculos da fé cristã. Bem disse o apóstolo Paulo: E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé (1 Co 15:14). O cristianismo é a única religião do mundo, cujo fundador, se encontra vivo, à destra de Deus (Hb 10:12). Portanto, é importante tomarmos o devido cuidado de não agirmos à semelhança de Tomé, que incredulamente declarou: ... Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei (Jo 20:25). Ele deveria ter dito “eu creio que ele, Jesus, ressuscitou”, mas não o fez.
Quando deixamos de acreditar na ressurreição de Cristo e no Cristo da ressurreição, deixamos de pregar a Palavra com intrepidez; as orações passam a se tornar menos freqüentes em nosso dia a dia; deixamos de visualizar, pela fé, a cura da enfermidade incômoda; duvidamos da presença de Jesus em nosso meio e, como consequência, cultuamos a pessoa dele de forma fria, sem ânimo e sem amor; tornamos-nos carnais. Tomé não deveria ser assim. Por isso, Jesus cuidou em tratá-lo e lhe disse, sem rodeios: ...não sejas incrédulo, mas crente (v.27). Cristo está vivo! Está à direita do Pai, no céu e está conosco, pois, ele mesmo afirmou: E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século (Mt 20:28b). Que a nossa fé na ressurreição de nosso Senhor esteja cada vez mais firme!

Em Cristo,

Mis. Jailton Sousa Silva

quinta-feira, 8 de março de 2012

O VALOR DE UMA MULHER

Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubins (Pv 31:10).

Nunca foi fácil, para os homens, falar sobre as mulheres, muito menos, decifrá-las. E não será hoje que esse quadro mudará. Isso porque as mentes de ambos são muito diferentes! Por isso, me propus a abordar sobre o valor deste ser tão especial, que é a mulher, utilizando a Palavra de Deus. Este sim consegue entendê-las profundamente! Então, em que consiste o valor de uma mulher? A Bíblia responde.
Em primeiro lugar, a mulher é um ser criado a imagem de Deus (Gn 1:27). Perante este, tanto homem quanto mulher foram agraciados com o mesmo valor, embora aquele tenha recebido de Deus, autoridade para ser o cabeça desta (1 Co 11:3). Além disso, homem e mulher não foram criados como as demais criaturas, ou seja, por meio da palavra de Deus, mas sim, por meio de suas “mãos” (Gn 2:7). Em outras palavras, a mulher é uma arte, produto da mente e das mãos do Criador, o qual fez, de uma costela, a sua matéria prima. Por isso, deve ser tratada com muito respeito e dignidade, como parte mais frágil (1 Pd 3:7). Devo frisar que não é isso que o mundo da mídia tem feito. Pelo contrário, tem tornado a pessoa da mulher mais um objeto descartável do que um ser humano a ser amado. Até parece que se foi o tempo em que as mulheres eram valorizadas pelo caráter que possuíam. Hoje em dia, tem mais “valor” as que exibem, sem o menor pudor e modéstia, as partes íntimas do corpo. Com certeza, as mulheres não merecem tamanha humilhação! Aqui vai o meu protesto.
Em segundo lugar, a mulher é uma companheira essencial. Em Gn 2:18, Deus especifica: ... Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. O que seria do homem sem uma mulher por perto? Esta pergunta não é difícil de ser respondida. Obviamente, seria um ser solitário, melancólico, incompleto. Há um ditado que diz: “Por trás de um grande homem, há sempre uma grande mulher”. De fato, isso tem sentido, pois na maioria das vezes, ela é capaz de enxergar detalhes que ele não vê. O sábio não hesitou em afirmar que a mulher sábia edifica a sua casa... (Pv 14:1). Dos lábios de uma mulher emanam palavras de sabedoria que promovem a boa educação dos filhos. Em outras palavras, uma mulher faz muita diferença na vida de um homem, pois oque acha uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor” (18:22). Contudo, é necessário se atentar para um detalhe muito importante. A mulher é companheira, mas também precisa de companhia. Os seus dilemas, problemas e medos devem ser encarados com atenção. Elas também precisam de um porto seguro, de um ombro amigo e fiel. Elas carecem e precisam ser amadas como amigas, filhas, irmãs, namoradas, esposas e/ou mães.
Para finalizar, quero parabenizar a todas as mulheres, em especial, as que tiveram acesso a este texto. Dedico a elas, as seguintes palavras: O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. (Nm 6:24-26)

Em Cristo,

Ms. Jailton Sousa Silva

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Se tão somente tocar nas suas vestes, sararei

E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, E que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste.Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei.E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal.E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou nas minhas vestes? E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal. (Marcos 5:25-34)

O texto acima narra a história de uma mulher que usou sua fé com o fim de alcançar uma cura aparentemente impossível, até mesmo, para os médicos. Mas ao imaginar a palavra “impossível”, devemos lembrar que Jesus esta no controle. Esse episódio muito nos ensina sobre isso.

O texto diz que há doze anos uma mulher sofria de uma enfermidade, um fluxo de sangue. Além de deixar claro que ela estava com sérios problemas físicos, o texto diz que ela estava arruinada financeiramente. Isso porque ela havia gastado tudo o que tinha no tratamento da enfermidade, e a sua situação estava cada vez pior.

Mas ela ouviu falar da pessoa de Jesus. E pensou: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. Aqui ela não se mostra duvidosa. A mulher sabia que se tocasse nas vestes de Jesus, seria, de fato, curada. Ela poderia ter desistido, pois a multidão a impedia de chegar perto do Mestre. Além disso, poderia desistir da vida, pois todas as suas forças e expectativas tinham sido desfeitas, juntamente com o seu dinheiro. Contudo, ela viu, em Jesus, a única solução para a sua dificuldade. Ao vê-lo, de pronto ela se deixou levar pela fé, e não teve dúvida: ...sararei (Mc 5:28). Se fosse ao encontro de Jesus, com certeza alcançaria a cura. E foi isso que ela fez. Deixou de lado o medo, a vergonha, a fragilidade física, e foi ao encontro dele, tocou em suas vestes e logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal (v.29). Precisamos seguir o mesmo exemplo dessa mulher; precisamos ter a mesma fé.

Há momentos em que corremos o risco de perder a fé em Jesus. De repente, o médico dá o último diagnóstico e nosso mundo desaba sobre nossas cabeças. Ele diz: “lhe resta alguns meses de vida, apenas”. Então, nos deparamos com, pelo menos, duas opções: confiar na opinião do médico ou buscar uma segunda, a saber, a do médico dos médicos. Lembre-se, a última palavra sempre será a do Todo Poderoso!

Em dias de aflição creiamos no socorro de Jesus. Ele nos ama! Quer que contemos com a pessoa dele em todos momentos. Ele é o nosso amigo de todas as horas! Saiamos, portanto, ao encontro dele, com coragem e fé. Talvez aquela enfermidade, o problema na família, aquele acidente, tenha colaborado para a nossa aproximação de Cristo. Somos humanos e, como tais, limitados. Precisamos do alivio oferecido por Jesus. Ele nos dá alivio e cura.

Que o Senhor continue a nos abençoar.

Gessiele Sousa