Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra, e luz para o meu caminho.(Salmos 119:105)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Palavras agradáveis
Olá. Que a paz de Cristo
seja contigo! A nossa reflexão de hoje tem por tema “Palavras agradáveis”.
Então, por favor, leia comigo o texto bíblico de Colossenses 4:6, que diz:
O
seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como
responder a cada um.
Falar bem é importante. Quem
usa as palavras com discernimento, poderá alcançar bons relacionamentos, um bom
emprego, a admiração das pessoas. Mas falar bem não se limita a possuir um
amplo vocabulário. Mas, acima de tudo, ao domínio da própria língua, ou seja, à
moderação em nossas palavras. Sabemos que sendo a língua um órgão tão pequeno,
muitos de nós temos dificuldade em domá-la. De fato, grande parte das pessoas
não a domina, mas se deixa dominar por ela, falando o que, quando e a quem não
deve falar.
Como, porém, não ser
desagradável numa área tão importante da vida, que é a fala? A Bíblia dispõe de
ensinamentos essenciais a este respeito.
Em
primeiro lugar, profiramos palavras brandas.
A
resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira,
diz o sábio em Provérbios 15:1. Toda ação poderá produzir uma reação. Uma
palavra de elogio poderá culminar em uma resposta de gratidão, mas uma palavra
de ira poderá resultar em respostas agressivas e grosseiras, capazes de macular
os relacionamentos entre as pessoas.
A ira causa separação. Há
filhos brigados com os pais. Há irmãos que não se suportam. As agressões
verbais entre casais são deploráveis. Muitas tragédias familiares se iniciam
com apenas uma pequena faísca de ira. Cuidado. O nosso exemplo é Cristo. Ele
mesmo nos convida: aprendei de mim, que
sou manso e humilde de coração (Mt 11:29). A mansidão e a humildade não são
iracundas, mas pacientes. Essas qualidades nos ajudam a respeitarmo-nos uns aos
outros. A ira causa temor, mas só amor
nos constrange ao bem.
Em
segundo lugar, evitemos o falso julgamento.
Em Colossenses 3:8 somos
alertados a nos despojar da maledicência. Além da ira, a maledicência também
fere corações, destrói relacionamentos e mata pessoas. O que é maledicência? É
a fala abusiva contra Deus e contra as pessoas. É difamação e injúria contra a
reputação alheia.
Muitos se consideram
espirituais, mas vivem denegrindo a reputação alheia, acusando sem provas,
criando contendas e abalando o corpo de Cristo. Contudo, os verdadeiros
cristãos espirituais manifestam, em sua vida, o fruto do Espírito. A temperança
ou domínio próprio é uma virtude desse fruto. Então, sejamos temperantes nas
palavras que saem de nossos lábios. Evitemos falar algo, sem antes, pensarmos
nas consequências que isso causará. Rejeitemos o julgamento precipitado, as
fofocas e os boatos.
Em
terceiro lugar, utilizemos a decência.
Colossenses 3:8 no ensina
também a nos despojarmos da linguagem
obscena do nosso falar. Em outras palavras, o que o escritor da carta nos orienta
é a adotarmos uma linguagem pura, desvencilhada de palavrões e de palavras de
duplo sentido.
O ensino contido na carta aos
Efésios 5:3-4 é semelhante. Assim está escrito: ...qualquer tipo de imoralidade sexual, indecência ou cobiça não pode ser
nem mesmo assunto de conversa entre vocês. Não usem palavras indecentes, nem
digam coisas tolas ou sujas, pois isso não convém a vocês.
Qual tem sido o assunto de
nossas conversas na roda de amigos? Que tipo de piadas temos tido interesse em
contar ou em ouvir? Que pensamentos permeiam, de modo constante, nossa mente? O
que sai de nosso coração edifica ou contamina? Lembre-se: geralmente falamos o
que provém do nosso coração. Sejamos puros em nosso falar.
Em
quarto lugar, sejamos verdadeiros.
Colossenses
3:9 nos adverte: Não mintais uns aos
outros, uma vez que vos despistes do velho homem com seus feitos. A mentira
leva à fraude e à corrupção. Ela lança abaixo a confiança por anos conquistada
por alguém. A mentira é uma característica de Satanás. Este mente desde o
princípio. Mas Deus, por sua vez, rejeita a prática da mentira. Cristo é a
verdade e recebe, com prazer, os verdadeiros adoradores.
Portanto, se quisermos ser
parecidos com Jesus e imitá-lo, é preciso que de nossos lábios saiam palavras
verdadeiras. A verdade é um princípio irrevogável. Não podemos ignora-la no que
diz respeito às nossas palavras. Paulo escreveu, em sua carta aos Efésios 4:25:
...deixai a mentira, e falai a verdade
cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.
Concluindo
esta reflexão, quero enfatizar a afirmação de Colossenses 3:9, de que nos
despimos do velho homem com os seus feitos. Será que isso tem a ver com nossas
palavras? É claro que sim. Os nossos pensamentos não são os de antes, quando
éramos dominados pelo pecado. Nossas palavras não mais são indecentes. Temos a
mente de Cristo. Uma mente cristocêntrica produz palavras que curam, que
restauram, que edificam e que pacificam. Amém.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
PREGUE A PALAVRA
INTRODUÇÃO:
Que a
paz do Senhor seja contigo.
Hoje abordaremos o tema: “PREGUE A PALAVRA”.
Acompanhe, por gentileza o texto de Rm 10:17, que diz:
Consequentemente, a
fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de
Cristo.
A igreja primitiva, aquela da época
dos apóstolos, crescia de modo espantoso. Este crescimento não acontecia em
longo prazo, mas diário. E como isso era possível? Simples: As pessoas eram
convencidas mediante a pregação da Palavra de Deus pelos cristãos.
A
palavra, entretanto, não era exposta de qualquer maneira. Quem pregava, o fazia
com ousadia e convicção. Mas isso não era fácil. Havia oposição e descrédito em
relação às boas novas. Sobre isso Paulo disse em 1 Co1:23: nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo
para os judeus e loucura para os gregos (1Co
1:23).
Gostassem ou não a semente do evangelho era
plantada. Muitos eram convencidos a abandonar o pecado e a renderem-se a
Cristo. A pregação é importante para convencer o pecador do pecado, da justiça
e do juízo. Consideremos as seguintes atitudes em relação à pregação.
Em primeiro lugar,
Pregue a palavra considerando o seu
propósito:
A
pregação da palavra de Deus não é sem objetivo. Ela tem um propósito. E
qual seria este propósito? Seria o propósito da pregação entreter os crentes,
já que estes muitas vezes chegam na igreja exaustos de uma dura semana de
trabalho? Ou quem sabe seria o propósito da pregação exaltar o pregador,
afinal, os púlpitos das igrejas são tão visados, não é mesmo? Ou, talvez, seria
o propósito da pregação preencher a liturgia do culto, afinal, faz parte da
tradição?
Na
verdade, nenhuma dessas opções se constitui o verdadeiro propósito da pregação
da palavra de Deus. Ela está acima de nós, do nosso vil desejo de
entretenimento, do nosso ego e das tradições. O verdadeiro propósito da
pregação é a salvação. É isso que diz o texto de Romanos 1:16: o evangelho é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.
Se a
palavra pregada não tiver o propósito de conduzir o pecador a salvação em
Cristo, será como dar um tiro no escuro, ou seja, será vã.
Se
eu sou um pregador sério, me preocuparei não com a minha promoção pessoal, mas
com a salvação do ouvinte. É oportuno dizer isso porque hoje em dia muitos
púlpitos estão infestados de pregações cujo objetivo é conduzir o ouvinte á
ganância por prosperidade financeira.
Pergunto: Onde está a pregação do
arrependimento enfatizada por João Batista? Ou o chamado à conversão conduzido
por Pedro? Cadê a mensagem do Reino que Jesus pregou? Por que pouco se ouve a
respeito de assuntos tão relevantes para a salvação nos púlpitos das igrejas?
Precisamos resgatar o verdadeiro propósito da pregação em nossos sermões. Se
não o fizermos Deus o cobrará de nós. O desejo dele é a salvação dos pecadores.
Em segundo lugar,
Pregue
a palavra, dando-lhe prioridade:
A pregação nunca ficou em último plano na
vida da igreja do primeiro século. Ao contrário, era prioridade seguida a risca
por aqueles irmãos. Ao ler o livro de Atos com cuidado, você logo perceberá que
a Palavra era pregada nas casas, nas prisões, nas sinagogas, e até nas margens
dos rios.
E
se a perseguição viesse? Não tinha importância, pois aqueles cristãos faziam
questão de proclamar a Palavra em meio à situações adversas.
Portanto,
não esqueça: pregar a palavra de Deus é nossa missão. Logo, é nossa prioridade.
Se faço parte da igreja de Jesus, devo ser um agente do reino de Deus no mundo.
Em outras palavras, eu o proclamo.
Se quisermos ver almas convencidas do pecado, da
justiça e do juízo, precisamos fazer da pregação a nossa prioridade. O Mestre
fez o mesmo em seu ministério e temos a obrigação de imitá-lo. Reflita a
respeito.
Em
terceiro lugar,
Pregue
a palavra enfatizando o seu assunto:
Qual é o assunto da pregação? Cristo,
indiscutivelmente. Ele é o protagonista do evangelho. A glória só a ele
pertence. Jesus, e não outro, é o motivo da pregação. É com ele que o pecador
deverá ter um encontro a fim de mudar de vida, de uma vez por todas.
Saulo só se tornou nova criatura ao ter um
encontro com o Salvador no caminho de Damasco. Não demorou e logo estava ele,
proclamando a cerca de Cristo, a quem tanto perseguira. Cristo foi o centro da
sua pregação. Tempos depois ele não pode deixar de testemunha a esse respeito.
Disse ele em 1Co 2:2: ...decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus
Cristo, e este, crucificado. (1Co
2:2). Imitemos a este amado apóstolo fazendo de Jesus o assunto da nossa
pregação.
Chegamos
ao final deste sermão e lhe pergunto: terá a sua pregação a partir de agora o
propósito de promover a salvação de vidas? Você fará dela a sua prioridade?
Qual será o assunto nela abordado? Jesus? Que a sua resposta a estas perguntas
seja positiva. Que o Senhor te abençoe. Amém.
Ms. Jailton Sousa Silva
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
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